Balneário Camboriú: Prisão de suspeitos marca caso de sequestro brutal

Publicado por [email protected] em 17 de maio de 2026 às 04:52. Atualizado em 17 de maio de 2026 às 04:52.

Balneário Camboriú entrou no noticiário policial catarinense nesta semana após a prisão de dois suspeitos pelo sequestro e assassinato do empresário Alfredo Fragas dos Santos.

O caso ganhou repercussão porque, segundo a Polícia Civil, o crime teria sido planejado após a demissão de um dos envolvidos, com desdobramentos em Santa Catarina e São Paulo.

As prisões ocorreram na terça-feira, 12 de maio, e as investigações seguem para esclarecer toda a dinâmica do latrocínio, incluindo transferências bancárias e fuga com o carro da vítima.

Caso começou na garagem da residência da vítima

De acordo com a investigação divulgada em 12 de maio pela Polícia Civil, Alfredo Fragas dos Santos foi rendido na garagem de casa, no bairro da Barra.

Depois disso, o empresário foi levado sob ameaça até Gaspar, também em Santa Catarina, onde acabou amarrado e morto, segundo as informações apuradas até agora.

Os criminosos ainda teriam acessado contas da vítima para realizar transferências bancárias antes de fugir com o automóvel do empresário.

O ponto central da apuração é a suspeita de premeditação, já que um dos presos era ex-funcionário de Alfredo e teria agido após ser demitido na sexta-feira, 8 de maio.

  • Vítima foi abordada em Balneário Camboriú
  • Crime foi consumado em Gaspar
  • Houve roubo de valores e do veículo
  • Dois suspeitos já confessaram participação
Balneário Camboriú: cena do crime e a investigação do sequestro brutal
Foto: Divulgação / Notícias Camboriú

Onde os suspeitos foram presos

Um dos investigados foi localizado durante conexão aérea no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, quando tentava seguir para o Pará.

O segundo suspeito acabou preso em Blumenau. Com ele, os policiais apreenderam a arma branca usada na ação e roupas que, segundo a investigação, teriam sido utilizadas na execução.

A própria cobertura recente da editoria de Santa Catarina mostra que o caso entrou entre os principais destaques policiais do estado ao longo da semana.

As apurações foram conduzidas pela Delegacia de Gaspar em conjunto com a DIC de Balneário Camboriú, numa força-tarefa entre cidades para reconstruir o trajeto do crime.

  1. Abordagem da vítima na Barra
  2. Deslocamento forçado até Gaspar
  3. Morte do empresário
  4. Transferências bancárias e fuga
  5. Prisão dos suspeitos em dois municípios

O que ainda falta esclarecer

Embora os dois presos tenham confessado participação, a investigação continua para definir se houve apoio logístico de outras pessoas ou movimentação financeira adicional.

Também deve ser aprofundada a origem da arma branca apreendida, além do rastreamento completo das contas acessadas após o sequestro.

Em paralelo, o Ministério Público de Santa Catarina mantém canais para consulta de procedimentos e atos oficiais, como mostra a plataforma pública de acompanhamento processual do MPSC.

Para Balneário Camboriú, o episódio reforça a gravidade de crimes patrimoniais com violência extrema e amplia a pressão por respostas rápidas das autoridades estaduais.

Até este domingo, 17 de maio de 2026, o fato mais recente e relevante ligado à cidade segue sendo o avanço dessa investigação, que ainda pode gerar novos desdobramentos.

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