Balneário Camboriú entrou no noticiário policial catarinense nesta semana após a prisão de dois suspeitos pelo sequestro e assassinato do empresário Alfredo Fragas dos Santos.
O caso ganhou repercussão porque, segundo a Polícia Civil, o crime teria sido planejado após a demissão de um dos envolvidos, com desdobramentos em Santa Catarina e São Paulo.
As prisões ocorreram na terça-feira, 12 de maio, e as investigações seguem para esclarecer toda a dinâmica do latrocínio, incluindo transferências bancárias e fuga com o carro da vítima.
Caso começou na garagem da residência da vítima
De acordo com a investigação divulgada em 12 de maio pela Polícia Civil, Alfredo Fragas dos Santos foi rendido na garagem de casa, no bairro da Barra.
Depois disso, o empresário foi levado sob ameaça até Gaspar, também em Santa Catarina, onde acabou amarrado e morto, segundo as informações apuradas até agora.
Os criminosos ainda teriam acessado contas da vítima para realizar transferências bancárias antes de fugir com o automóvel do empresário.
O ponto central da apuração é a suspeita de premeditação, já que um dos presos era ex-funcionário de Alfredo e teria agido após ser demitido na sexta-feira, 8 de maio.
- Vítima foi abordada em Balneário Camboriú
- Crime foi consumado em Gaspar
- Houve roubo de valores e do veículo
- Dois suspeitos já confessaram participação

Onde os suspeitos foram presos
Um dos investigados foi localizado durante conexão aérea no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, quando tentava seguir para o Pará.
O segundo suspeito acabou preso em Blumenau. Com ele, os policiais apreenderam a arma branca usada na ação e roupas que, segundo a investigação, teriam sido utilizadas na execução.
A própria cobertura recente da editoria de Santa Catarina mostra que o caso entrou entre os principais destaques policiais do estado ao longo da semana.
As apurações foram conduzidas pela Delegacia de Gaspar em conjunto com a DIC de Balneário Camboriú, numa força-tarefa entre cidades para reconstruir o trajeto do crime.
- Abordagem da vítima na Barra
- Deslocamento forçado até Gaspar
- Morte do empresário
- Transferências bancárias e fuga
- Prisão dos suspeitos em dois municípios
O que ainda falta esclarecer
Embora os dois presos tenham confessado participação, a investigação continua para definir se houve apoio logístico de outras pessoas ou movimentação financeira adicional.
Também deve ser aprofundada a origem da arma branca apreendida, além do rastreamento completo das contas acessadas após o sequestro.
Em paralelo, o Ministério Público de Santa Catarina mantém canais para consulta de procedimentos e atos oficiais, como mostra a plataforma pública de acompanhamento processual do MPSC.
Para Balneário Camboriú, o episódio reforça a gravidade de crimes patrimoniais com violência extrema e amplia a pressão por respostas rápidas das autoridades estaduais.
Até este domingo, 17 de maio de 2026, o fato mais recente e relevante ligado à cidade segue sendo o avanço dessa investigação, que ainda pode gerar novos desdobramentos.
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