Balneário Camboriú entrou nesta terça-feira, 13 de outubro de 2026, em uma etapa decisiva de um projeto regional para ampliar a segurança hídrica e reduzir enchentes.
A data marca a abertura da concorrência eletrônica do Parque Inundável Multiuso na Bacia do Rio Camboriú, obra estimada em R$ 95,2 milhões.
O movimento envolve Balneário Camboriú, Camboriú, Emasa, CIM-Amfri e Caixa, com promessa de impacto direto no abastecimento e na drenagem de duas cidades.
Licitação entra em fase prática nesta terça-feira
Segundo a Prefeitura de Camboriú, a abertura da concorrência eletrônica estava marcada para 13 de outubro na plataforma Bolsa de Licitações do Brasil.
O empreendimento foi lançado oficialmente em setembro como uma resposta conjunta a dois problemas antigos da bacia: estiagem e cheias urbanas.
A prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan, classificou o projeto como estratégico para o futuro da região e para a reserva de água bruta.
O prazo estimado para execução é de 31 meses, contados a partir da ordem de início dos serviços, após conclusão da etapa licitatória.
- Valor estimado: R$ 95.213.261,53
- Recursos federais do Novo PAC: R$ 73,3 milhões
- Coordenação da concorrência: CIM-Amfri
- Municípios diretamente envolvidos: Balneário Camboriú e Camboriú

Como o parque deve funcionar na prática
O projeto prevê um dique de aproximadamente 1,6 mil metros de extensão e até 7,6 metros de altura.
Na estiagem, a estrutura deve ajudar a regularizar a vazão do Rio Camboriú e reforçar a disponibilidade de água para o sistema de abastecimento regional.
Em períodos de chuva forte, a proposta é reter e amortecer grandes volumes, reduzindo a pressão sobre áreas urbanas localizadas abaixo do empreendimento.
A solução também inclui recuperação ambiental, vias internas, ciclovia, iluminação, estacionamentos e espaços de lazer e educação ambiental.
- Primeiro, a área recebe a estrutura hidráulica principal.
- Depois, entram as obras urbanísticas e ambientais complementares.
- Na fase final, o parque passa a combinar infraestrutura e uso público.
Por que o tema ganhou peso em Balneário Camboriú
A pauta da água se tornou central no município, que vive pressão constante entre crescimento urbano, demanda turística e necessidade de ampliar resiliência climática.
Esse contexto aparece também em outras frentes locais. Em apresentação ao setor da construção, a Emasa destacou investimentos em saneamento e segurança hídrica como prioridade da gestão.
O projeto do parque começou a ser desenvolvido em 2017, teve versão executiva concluída em 2019 e avançou depois de estudos, licenciamento e atualizações técnicas.
Para Balneário Camboriú, o resultado esperado vai além de uma obra isolada: trata-se de uma tentativa de atacar vulnerabilidades históricas da bacia compartilhada.
O que observar a partir de agora
A etapa aberta em 13 de outubro não significa obra imediata, mas define o início formal da disputa entre empresa ou consórcio interessado.
Os próximos passos incluem análise das propostas, definição do vencedor, trâmites administrativos e encaminhamentos ligados às desapropriações necessárias.
Em paralelo, a prefeitura mantém outras frentes urbanas em andamento, enquanto serviços públicos seguem operando em regime especial após o feriado, o que mantém atenção sobre obras e planejamento.
Se avançar no cronograma previsto, o Parque Inundável pode se tornar a principal intervenção regional de água e prevenção de enchentes com efeito direto em Balneário Camboriú.
Aviso Editorial
Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe [email protected]. O Notícias Camboriú reafirma seu compromisso com a ética jornalística, garantindo que o julgamento editorial e a validação das informações são de inteira responsabilidade humana, do editor.
Sobre o Autor:
Editor: [email protected]
Transparência: Política Editorial | Política de Uso de IA | Política de Correções | Contato
